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REABILITAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA E ESTIMULAÇÃO COGNITIVA

 

REABILITAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA

 

A reabilitação neuropsicológica caracteriza-se por um conjunto de práticas em que o profissional de saúde atua junto com o paciente atingido por diferentes tipos de lesões, seja por acidentes ou decorrentes do processo de envelhecimento, como acidentes vasculares cerebrais, doença de Alzheimer, etc, Assim, a reabilitação neuropsicológica destaca-se na máxima adaptação do funcionamento cognitivo, comunicativo e comportamental de pacientes com alterações funcionais consecutivas a um dano neurológico ou psiquiátrico.

 

Existe diferenças entre a reabilitação neuropsicológica a reabilitação cognitiva, já que a reabilitação neuropsicológica é considerada mais ampla, pois além do interesse em melhorar as capacidades cognitivas, também enfatiza os aspectos emocionais, psicossociais, comportamentais e físicos, que possam estar deficitários após a lesão cerebral. De modo geral, todo o processo de intervenção neuropsicológica em nível terciário de saúde baseia-se no conhecimento da plasticidade cerebral ou neural.

 

A reabilitação neuropsicológica pretende reduzir os efeitos de déficits cognitivos e alterações de comportamento emocionais que se constituem como obstáculos ao desempenho adequado em tarefas do cotidiano, ou seja, melhorar o aproveitamento das funções total ou parcialmente preservadas por meio do ensino de estratégias compensatórias, aquisição de novas habilidades e a adaptação às perdas permanentes. Sendo possível, desta forma, melhorar a qualidade de vida dos pacientes e familiares.  

 

  HABILITAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA

  

Em casos em que não haja um quadro neurológico ou psiquiátrico causador de déficits cognitivos, o processo de intervenção é conhecido como habilitação, que está relacionada à aquisição e ao desenvolvimento de habilidades perceptivas, linguísticas, motoras, entre outras. Dessa forma, no âmbito da neuropsicologia, a habilitação propõe-se a auxiliar na aquisição e no desenvolvimento de habilidades que não foram ainda adquiridas pelo indivíduo ou que se encontram com desempenho fraco em suas tarefas diárias frente à demanda do ambiente.

  

Relacionada a crianças e jovens, pois acometimentos congênitos (pré, peri ou neonatais) podem comprometer a aquisição e o desenvolvimento de dada função cognitiva, comunicativa e/ou comportamental. Assim, a intervenção pediátrica destina-se, muitas vezes, à habilitação de funções não desenvolvidas, daí o termo habilitar, em contraposição à recuperação de funções afetadas tardiamente em adultos por lesões adquiridas, reabilitar. No entanto, deve-se salientar a demanda crescente na fase adulta na clínica neuropsicológica: necessidade de melhorar funções como memória, componentes executivos, atenção e comunicação para maior desempenho laboral, acadêmico, entre outros contextos. 

  

• Dislexia

• Dificuldades de aprendizagem

• Disfunções coagnitivas

• Doenças de Alzheimer

• Doenças de Parkinson

• Pré e Pós cirurgico ( NEUROCIRURGIA )

• Para pacientes que realizaram quimioterapia

• Problemas de memória

• Pós AVC

• Transtorno de Deficit de atenção

• TCE