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AVALIAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA

    O QUE É AVALIAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA?

 É a especialidade da psicologia que envolve o estudo das relações existentes entre o cérebro e as manifestações do comportamento.

 É fundamentada nos propósitos de diagnóstico, planejamento e cuidado ao paciente, tratamento e pesquisa.

 Teve origem a partir dos conhecimentos adquiridos da neurologia e da psicologia. Tais conhecimentos têm evoluído e se modificado nas  últimas três décadas, criando condições para o desenvolvimento de métodos específicos de avaliação.

    Possibilita a visualização do grau de integridade ou comprometimento das funções FUNÇÕES AVALIADAS, tais como: 

- Memória e aprendizagem 

- Atenção e Orientação;
- Linguagem;
- Raciocínio;
- Conceituação;
- Percepção visual: Habilidades perceptivas e motoras Habilidades
- Função visuoconstrutiva e visoespacial 
- Habilidades acadêmicas 
- Funções Executivas: Raciocínio, Julgamento e Resolução de problemas 
-Humor e comportamento
-Cognição social

 

   O QUE OFERECE A AVALIAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA?

- Maior precisão e agilidade na assistência ao diagnóstico (Paciente/Médico/Família);

- Identifica os prejuízos e as habilidades cognitivas preservadas nos pacientes;

- Orientação quanto à eficácia do tratamento farmacológico;

- Pós avaliação é elaborado, nos casos indicados, um programa de reabilitação e estimulação cognitiva, bem como o desenvolvimento de      estratégias para lidar com as dificuldades apresentadas;

- Auxílio no diagnóstico diferencial de doenças neurológicas e psiquiátricas;

- Elaboração de laudos para fins legais (por exemplo: aposentadoria por invalidez, aluno de inclusão no contexto escolar, tutela de idosos, curatela de pacientes especiais, entre outros), sendo este o exame complementar que apresenta maior poder de discriminação numa avaliação médica pericial;

- Orientar os familiares do paciente sobre a melhor forma de ajudá-lo;

 

    QUANDO REALIZAR UMA AVALIAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA ?

 A avaliação neuropsicológica é recomendada em qualquer caso onde exista suspeita de uma dificuldade cognitiva de origem neurológica ou comportamental.

 

 PRINCIPAIS INDICAÇÕES:

Para estabelecer o perfil cognitivo e auxiliar no diagnostico diferencial entre declínio cognitivo do envelhecimento normal e/ou declínio cognitivo decorrente de quadros demenciais degenerativos ou secundários a outras condições clinicas do paciente, tais como:

- Doença de Alzheimer, Parkinson e outros tipos de Demências;

- Transtorno Cognitivo Leve (como preventivo da Doença de Alzheimer, através de reabilitação de funções alteradas);

 

Para auxiliar no diagnóstico diferencial entre um transtorno psicológico e um transtorno neurológico:

- Diagnóstico diferencial entre Depressão e Demência, entre outros.

-Transtorno alimentar ou Transtorno Alimentar;

 

 Para estabelecer as alterações cognitivas e/ou comportamentais decorrentes de uma lesão neurológica adquirida por:

- Anoxia cerebral;
-Acidente vascular cerebral;
-Traumatismo crânio encefálico
-Candidatos a Cirurgia de Epilepsia

- Em pacientes oncológicos (Tumor cerebral):

Pré neurocirúrgico: com o intuito de observar quais funções cognitivas estão preservadas, até que ponto estão preservadas (importante para o cirurgião)

Pós neurocirúrgico realiza-se reavaliação com o intuito de reabilitar funções alteradas, contribuindo na recuperação deste paciente.

Pacientes oncológicos em geral que estão realizando Quimioterapia ou que já realizaram

 

Para estabelecer o perfil cognitivo entre habilidades preservadas e dificuldades especificas da cognição, ou auxiliar no diagnóstico diferencial dos transtornos do desenvolvimento na infância e adolescência, dificuldades escolares, que podem cursar com alterações das funções cognitivas e comportamentais, como por exemplo:

- Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade;

- Dificuldades de Aprendizagem, entre outros.

- Distúrbios psiquiátricos ou neuropsiquiátricos;

-  Distúrbios do desenvolvimento;

-  Esclerose múltipla e outras doenças neurodegenerativas;

-  Déficits causados por abuso de drogas e álcool e outras substâncias.

-  Pacientes com cefaléia, sobretudo migrânea (alterações: prejuízo de memória e de atenção parecem estar associadas ao processo fisiopatológico subjacente à migrânea);

-  Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade

-  Autismo

-  Dislexia

-  Pacientes que sofreram Paralisia Cerebral

-  Para monitorar a recuperação cognitiva ou evolução progressiva de uma desordem neurológica. 

 

Para responder questões acerca das possibilidades do paciente:
- Dirigir veículo automotor;
-Grau de autonomia para cuidar do seu dinheiro e autocuidado;
-Para retornar ao trabalho ou à escola;
-Grau de independência e funcionamento estimado nas atividades do dia a dia;
-Tipo de terapia mais indicada. 

  

  COMO É REALIZADA A AVALIAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA?

 

 Por meio de entrevista e testes cognitivos padronizados, o Neuropsicólogo poderá investigar o funcionamento cognitivo e comportamental do paciente estabelecer as habilidades preservadas e as dificuldades específicas para o planejamento de intervenções. 

 Este exame detalhado das funções mentais que são conhecidas como funções cognitivas, pode ser realizado em cinco sessões, sendo que cada sessão tem a duração de uma hora, podendo ocorrer em dias alternados, utilizando-se um protocolo de testes e procedimentos padronizados de acordo com a demanda a ser avaliada.